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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Acácia, de David Anthony Durham


Um assassino enviado das regiões geladas do norte numa missão.
Um império poderoso cercado pelo seu mais antigo inimigo.Quatro príncipes exilados, determinados a cumprir um destino.Prepara-te, leitor, para entrar no mundo deslumbrante de Acácia.Leodan Akaran, rei soberano do Mundo Conhecido, herdou o trono em aparente paz e prosperidade, conquistadas há gerações pelos seus antepassados. Viúvo, com uma inteligência superior, governa os destinos do reino a partir da ilha idílica de Acácia. O amor profundo que tem pelos seus quatro filhos, obriga-o a ocultar-lhes a realidade sombria do tráfico de droga e de vidas humanas, dos quais depende toda a riqueza do Império. Leodan sonha terminar com esse comércio vil, mas existem forças poderosas que se lhe opõem. Então, um terrível assassino enviado pelo povo dos Mein, exilado há muito numa fortaleza no norte gelado, ataca Leodan no coração de Acácia, enquanto o exército Mein empreende vários ataques por todo o império. Leodan, consegue tempo para colocar em prática um plano secreto que há muito preparara. Haverá esperança para o povo de Acácia? Poderão os seus filhos sera chave para a redenção?




Esta foi uma série que captou a minha atenção à "primeira vista", isto porque as capas são simplesmente maravilhosas *.* e a sinopse prometia páginas e páginas de fantasia, batalhas lendárias e personagens cativantes.
Já a queria ler desde que saiu mas só mais recentemente tive oportunidade de o fazer. Li os dois primeiros volumes editados em Portugal ( cá serão editados seis) e fiquei absolutamente cativada pelo mundo e as suas personagens.

Trazendo para a literatura fantástica temas com os quais conseguimos identificar o nosso planeta, David Anthony Durham consegue transportar para este mundo fantástico alguns aspectos culturais e económicos da nossa realidade, nomeadamente o problema da bruma e da quota (drogas e tráfego humano, respectivamente).

No primeiro volume, Acácia - Ventos do Norte, é-nos apresentado o mundo em que decorre a acção, sendo um volume mais introdutório e a partir do qual nos é possível compreender o que faz este mundo/império girar. Se por um lado na primeira parte deste livro a acção é mais "serena", quase no final do mesmo a história acelera deixando-nos com vontade de mais. São-nos apresentadas as personagens que iremos acompanhar durante toda a saga e, algo que me agradou, o ponto de vista narrado provém das diversas personagens. O autor criou igualmente uma grande diversidade de etnias que contribuem para a semalhança que facilmente identificamos entre a nossa realidade e a realidade do império acaciano.

Adorei o rumo que as vidas dos protagonistas seguiram e adorei perceber como as personagens cresceram do primeiro para o segundo volume, nomeadamente os príncipes Akaran.
Outro ponto que me agradou foi a imprevisibilidade de alguns acontecimentos. Houve momentos que não contava mesmo ler e que me fizeram ficar com cara de parva a olhar para as páginas que lia :p

Ganhei um especial afecto pelos irmãso mais novos, Mena e Dariel, pelas pessoas que se tornaram e pelas imensas possibilidades que podem trazer a este mundo acaciano.

Resumindo, uma série que vou continuar a seguir e a saborear :D

Bjinhos e Boas Leituras!!!


PS: Só não percebo a opção da editora em partir cada um dos três volumes originais em dois...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Genious!!!



Acabei de descobrir esta pequena (GRANDE) citação de um autor cujos livros espero poder ler ainda este ano (coisa que ando a desejar fazer há imenso tempo). Andava eu a vaguear pelo Goodreads quando me deparei então com este texto. Numa palavra: perfeito.

Não resisti a partilhá-lo convosco e a publica-lo aqui uma vez que assim que lhe pus os olhinhos em cima o adorei! xD




Para os amantes de fantasia (como eu) aqui fica uma interpretação de um génio da literatura:



“The best fantasy is written in the language of dreams. It is alive as dreams are alive, more real than real ... for a moment at least ... that long magic moment before we wake.
Fantasy is silver and scarlet, indigo and azure, obsidian veined with gold and lapis lazuli. Reality is plywood and plastic, done up in mud brown and olive drab. Fantasy tastes of habaneros and honey, cinnamon and cloves, rare red meat and wines as sweet as summer. Reality is beans and tofu, and ashes at the end. Reality is the strip malls of Burbank, the smokestacks of Cleveland, a parking garage in Newark. Fantasy is the towers of Minas Tirith, the ancient stones of Gormenghast, the halls of Camelot. Fantasy flies on the wings of Icarus, reality on Southwest Airlines. Why do our dreams become so much smaller when they finally come true?
We read fantasy to find the colors again, I think. To taste strong spices and hear the songs the sirens sang. There is something old and true in fantasy that speaks to something deep within us, to the child who dreamt that one day he would hunt the forests of the night, and feast beneath the hollow hills, and find a love to last forever somewhere south of Oz and north of Shangri-La."
George R.R. Martin


Bjinhos e Boas Leituras!!!