Desta vez deixo-vos esta frase romântica, que eu adoro,do livro Last Summer de Sarah Dessen
He gave her 12 roses, 11 real and 1 fake, then he said "i'll love you till the last one dies".
É ou não é maravilhosa?
Bjs
Mafs
Quando o Vento Sopra... é um blog sobre tudo o que vier à cabeça. Para quê restringir a nossa criatividade ou expressão a um só tema?
He gave her 12 roses, 11 real and 1 fake, then he said "i'll love you till the last one dies".
Phoebe MacNamara é uma das melhores negociadoras de reféns da cidade, e a sua última missão consiste em impedir um suicida de saltar do topo de um edifício pertencente a Duncan Smith. Impressionado pela coragem e frieza da jovem, Duncan sente-se intrigado por Phoebe e tenta desarmá-la com o seu charme, convidando-a para uma bebida. Como mãe solteira e mulher a tentar construir uma carreira num mundo dominado por homens, Phoebe não tem tempo na sua vida para romance, mas nem todas as suas habilidades como negociadora conseguem convencer Duncan a desistir dela. E quando Phoebe se torna alvo de um assassino psicopata desejoso de destruir a sua vida profissional e pessoal, Duncan poderá ser o homem que Phoebe quer a seu lado.
O Lado Negro da Lua
Finalmente a universidade permitiu-me acabar de ler este livro. Estava difícil arranjar um tempinho para acabar o primeiro volume desta saga. Se, como já se veio a tornar hábito, Nora Roberts não desiludiu em termos de personagens, desiludiu no que toca ao início do livro. Não me refiro a cenas ou descrições, muito pelo contrário, adorei as cenas criadas e o ambiente vivido durante toda a narrativa. O que deixou um pouco a desejar foi a maneira como as personagens se encontraram no início, a maneira como todos eles, talvez com excepção do Larkin, acreditaram de imediato e sem protestos no que a deusa Morrigan lhes transmitiu. Não puseram nada em causa e aceitaram rapidamente o seu "destino". À parte esse pequeno aspecto, adorei simplesmente o livro. Passado a primeira estranheza quanto à prontidão das personagens para "morrer pela causa", tenho que dizer que fiquei cativada pelo restante enredo. O ponto alto deste romance foram, na minha opinião, as personagens. Fiquei absolutamente deslumbrada pela profundidade de todas as personagens e extremamente curiosa quanto aos restantes livros. Após a pequena desilusão inicial, a autora conseguiu dar a volta a essa questão aprofundando os motivos que levaram cada um dos protagonistas à acção presente, motivos esses que fazem agora muito mais sentido. Quanto ao habitual par que protagoniza o romance, senti-me muito solidária para com Hoyt. Adorei a ingenuidade, que ao mesmo tempo não o é, que o caracteriza: a ligação que ele ainda sente com o irmão, a dor de saber que a sua família ficou para trás e a solidão presente nos seus poderosos olhos. Os seus olhos, tão expressivos, quer das suas emoções quer dos seus poderes, são definitivamente algo que marca a personagem. Glenna revelou-se, para mim, como a figura "maternal" da casa. Ela cuida de todos com igual carinho, dedicação, trata das tarefas domésticas e também de pôr algumas das personagens na "ordem", dando os devidos raspanetes.